terça-feira, 8 de novembro de 2016

Boa noite, estou escrevendo do busão, e provavelmente postarei de madrugada ou só amanhã. 

Faz uns dois ou três dias que me sinto meio pra baixo, e preciso falar sobre isso, pra que assim eu melhore. 
Sabe quando a gente sente saudade de alguém que nunca nos pertenceu? Então!
Tem uma pessoa que eu havia conhecido no começo do ano, só que as coisas não correram muito bem, a pessoa me atraia, mas parecia ser meia perdida. 


A questão é que eu reconheci essa pessoa ha um tempinho atrás, com todas as cartas na mesa, todas os pensamentos concretos, e todas as duvidas esclarecidas. E eu não me senti atraída somente pelo rostinho bonito, e o bom cortejo. Nós tivemos conversas que pareciam ser infinitas, com bons assuntos, e um pouco de sentimento. Eu acabei sentindo atração outra vez. O ruim é que, depois dessas conversas, e toda a agitação, tudo se acalma demais, e não trocamos mais nem uma palavra, nem like, nem sorriso, nem nada. 
É tão estranho passar perto de alguem por quem temos interesse, e não acontecer nem uma troca de olhares. 
Não é amor. 
O mínimo que eu queria era que ele entrasse na minha, e que algo muito bom ou insano rolasse entre a gente. 
Eu tenho me sentido pra baixo por conta disso. Não é que eu esteja tão carente assim. Mas é que essa pessoa despertou meu interesse, chegando e fazendo uma grande movimentação dentro de mim, e depois de una hora pra outra eu me senti tão quieta como um deserto. 
Eu não vejo a hora de conseguir ignorar isso por completo, porque quero fechar esse semestre com boas notas, então preciso me sair bem nas provas da semana que vem.
Uma solução rápida e facil pra isso seria que esse maldito crush caísse logo nos meus braços e grudasse logo no meu corpo, maaaaaaaasss, preciso aceitar que não é sempre que consigo o que quero. 
Amanhã preciso pegar firme nos trabalhos, porque não vejo a hora que esse semestre acabe.

Já estou quase chegando em casa, então vou parar por aqui. 
Em breve eu volto, porque algo me diz que vou precisar desabafar  outra vez.

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